ARTIGOS

Judeia

Judeia (do hebraico יהודה “louvor”, Yəhuda ; em hebreu tiberiano Yəhûḏāh), em árabe: يهودية, Yahudia, em grego: Ἰουδαία, Ioudaía; em latim: Iudaea) é a parte montanhosa do sul de Israel, entre a margem oeste do mar Morto e o mar Mediterrâneo. Estende-se, ao norte, até as colinas de Golã e, ao sul, até a Faixa de Gaza, correspondendo aproximadamente à parte sul da Cisjordânia.[1][2]

terceiro milénio anterior à Era Cristã começaram a surgir as primeiras cidades, certamente em contacto com as grandes civilizações que se desenvolveram nos vales do Nilo e na Mesopotâmia. Quando os hebreus chegaram à terra de Canaan, a região encontrava-se já ocupada pelos cananeus. O povo hebreu, originalmente um clã semita que se refugiara no Egito devido a uma fome em Canaã,[7] passou a ser escravizado após a morte de seu protetor, José do Egito, o que durou por 430 anos. Sob a liderança de Moisés, deixaram o cativeiro no Egito por volta de 1447 a.C., segundo o Livro do Êxodo. De início, fixaram-se nas regiões localizadas a oeste do mar Morto, mas pouco a pouco, liderados por Yehoshua ben Nun, derrotaram os Cananeus, e ocuparam as margens do Mediterrâneo e as terras do norte de Canaan.[8]

No século XII a.C., os chamados povos do mar, entre eles os filisteus, ocuparam as planícies litorâneas. As constantes lutas entre os dois povos terminaram com a vitória dos hebreus.

No século X a.C., Israel aproveitou o enfraquecimento dos grandes impérios vizinhos para expandir o seu território. O país, que alcançou o seu apogeu ao longo dos reinados de David e Salomão, foi mais tarde dividido em dois reinos: Israel, ao norte, fundada pelo Rei Jeroboão I e que fora invadido pelos Assírios,[9] e Judá, ao sul. Israel foi transformado em tributário da Assíria. Logo após subir ao trono, em 721 a.C., Sargão II conquistou o país e deportou a maior parte de seus habitantes. No sul, o reino de Judá conservou sua precária independência até 587 a.C., quando Nabucodonosor II o arrasou e deportou sua população para a Babilónia. Em 539 a.C., quando o xá aquemênida Ciro, o Grande apoderou-se da Babilônia, este permitiu que muitos hebreus pudessem regressar à sua região. Depois da conquista do Império Aquemênida pelo macedônio Alexandre o Grande, a terra de Canaan ficou submetida à influência helenística.

Após a Conquista da região pelos gregos, a Judeia é invadida pelo Império Romano. Com os romanos é que a região ficará conhecida como Palestina. Segundo Flávio Josefo, o nome Palestina ocorre depois das guerras Judaica-Romana.

Governadores romanos

Valério Grato (15-26)

Pôncio Pilatos (26-36)

Félix (52-60)

Festo (60-62)

Reis asmoneus

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Gedalias (c. 535 a.C.)

Zerubabel (c. 515 a.C.)

Haggai (c. 480 a.C.)

Zacarias (c. 470 a.C.)

Ezra (c. 460 a.C.)

Neemias (c. 450 a.C.)

Período no Cativeiro da Babilônia

Judas Macabeu (165-161 a.C.)

Jónatas (161-142 a.C.)

João Hircano (134-104 a.C.)

Aristóbulo I (104-103 a.C.)

Alexandre Janeu (103-76 a.C.)

Alexandre (76-67 a.C.)

Aristóbulo II (67-65 a.C.)

Antipater I (65-55 a.C.)

Antipater II (55-40 a.C.)

Reis Herodianos

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Herodes, o Grande (40 a.C.-4 d.C.)

Herodes Antipas (4 d.C.-39)

Herodes Agripa (40-44)

Herodes Agripa II (48-53)

Cronologia

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até 63 a.C. – estado independente judeu

63 a.C.-6 – reino cliente do Império Romano

6-41 – Província romana. Veja Judeia (província romana)

26-36 – procurador Pôncio Pilatos

41-44 – governo de Herodes Agrippa (rei cliente)

44-48 – Província romana

48-100 – governo de Herodes Agrippa II (rei cliente)

66-70 – Primeira guerra judaico-romana contra Roma

100 para a frente – Província romana

115-117 – Segunda guerra judaico-romana

132-135 – Terceira guerra judaico-romana: Simão Barcoquebas

135 – Judeia chamada de Síria Palestina pelo imperador Adriano

640 – Começo do controle muçulmano árabe

1099 – Os cruzados conquistam a região

1291 – Derrota final dos Cruzados e restabelecimento do controle muçulmano

1516 – Início do controle otomano

1918 – Derrota dos Otomanos; início do controle britânico

1919 – Incorporação ao Mandato Britânico da Palestina

1948 – Divisão parcial entre Israel e Jordânia

1967 – A maior parte da Judeia histórica é capturada por Israel

A History of the Israeli-Palestinian Conflict – Mark A. Tessler – Google Books. [S.l.]: Books.google.com. Consultado em 31 de dezembro de 2012

Israeli Troops Evict Settlers in the West Bank. Por Ethan Bronner. NY Times, 4 de dezembro de 2008.

Josefo, Flávio (8 de setembro de 2015). História dos Hebreus (em inglês). [S.l.]: CPAD – Casa Publicadora das Assembleias de Deus. ISBN 9788526313491

Donner, Herbert (1997). História de Israel e dos povos vizinhos: Da época da divisão do reino até Alexandre Magno : com um olhar sobre a história do judaísmo até Bar Kochba. [S.l.]: Editora Sinodal. ISBN 9788523304652

«Statistical Abstract of Israel 2012» (PDF). Arquivado do original (PDF) em 15 de dezembro de 2013

Resolução 181 da ONU Arquivado em 31 de julho de 2013, no Wayback Machine. – Plano de Partição da Palestina.

Gênesis 47

Livro de Josué, Bíblia Sagrada

Embaixador Eclesiástico pela ONU

Diretor Regional da UMJC (Union of Messianic Jewish Congregations

Conselheiro da Convenção Judaica Messiânica no Brasil.

Presidente Regional da Associação de Pastores e Ministro do Brasil da Assembleia de Deus

Emissário das Boas Novas/ /Palestrante / Conferencista/ .

שגריר הכנסייה באו”ם

מנהל אזורי של UMJC (איגוד הקהילות היהודיות המשיחיות

יועץ הוועידה היהודית המשיחית בברזיל.

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: O Projeto Mover de Deus , Ministério  de Sião (Brasil) e todas as instituições internacionais que lhe dão o devido reconhecimento e legalidade não tem nenhum tipo de conexão ou contato com o movimento “Jews for Jesus” (Judeus para Jesus)

PROJETO MOVER DE DEUS

PROJETO QUE TEM POR OBJETIVOS LEVAR O EVANGELHO DE YESHUA  HAMASHIA (JESUS O CRISTO)  EM SUA ESSÊNCIA, SEM INFLUÊNCIAS DOUTRINÁRIAS RELIGIOSAS E NÃO-BÍBLICAS.

NO QUE CREMOS:

Cremos que Adonai não mudou, ele é o mesmo ontem, hoje e sempre. Ele é o Criador de Todas e Dele, por ele e para Ele são todas as coisas.

Cremos que Jesus é o Messias, o filho de Deus, que veio ao mundo, morreu e o Pai o ressuscitou, estando hoje assentado a destra do Todo Poderoso.

Cremos que o Espírito do Senhor foi nos dado como conselheiro consolador, um agente transformador para o homem de dentro pra fora, ativando dons e frutos do espírito para reconectar o homem ao seu Criador.

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