
PASTOR RICARDO SORRENTINO
Embaixador Eclesiástico pela ONU
Presidente Regional da Associação de Pastores e Ministro do Brasil da Assembleia de Deus
Conselheiro da Convenção Judaica Messiânica
Emissário das Boas Novas/ /Palestrante / Conferencista/ .
שגריר כנסייה באו”ם
נשיא אזורי של איגוד הכמרים ושר ברזיל לאסיפת האל
יועץ לאמנה היהודית המשיחית
שליח החדשות הטובות / / מרצה / מרצה /.
MELQUISEDEQUE
BREVE MEDITAÇÃO

Poucos personagens na Bíblia são tão obscuros como Melquisedeque. Sua vida é cercada de mistérios:
“Sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de vida, mas sendo feito semelhante ao (ENVIADO DOS CÉUS ) teologia católica e protestante Filho de Deus . , permanece sacerdote para sempre” (Hb 7.3).
Há apenas três livros que lhe fazem menções na Bíblia (Gn 14.18-20; Sl 110.4; Hb 5–7), e com informações não muito precisas, mas suficientes para afastarmos dele a possibilidade de ser uma manifestação de um agente do Céu uma linha teológica Cristofanica , outra Teofanica .
Certamente um Agente Enviado pelo ETERNO. no Antigo Testamento.
A única menção histórica de Melquisedeque está em Gênesis, quando do encontro de Abrão que lhe ofereceu dízimos e a quem deu a sua benção sacerdotal.
As demais menções em Salmos e Hebreus são teológicas, nada acrescentando sobre o perfil de Melquisedeque (uma exceção, talvez, para Hebreus 7.3).
Segundo Gênesis 14.18-20 (em três versículos apenas!), Melquisedeque:
Era rei de Salém (provavelmente antigo nome de Jerusalém), numa época em que cada cidade costumava ter seu próprio rei e sua independência política
Era sacerdote do Deus altíssimo (portanto, primeiro sacerdote temente a Deus de que se tem informação, contemporâneo do patriarca Abrão, e que não pertencia aos descendentes de Levi, até porque mesmo este nem havia nascido ainda, e menos ainda Arão e seus filhos que constituíram o sacerdócio levítico de Israel).
Ofereceu pão e vinho a Abrão quando este voltava de uma peleja contra os reis que tinham tomado Sodoma e Gomorra e levado cativo a Ló, seu parente
Abençoou Abrão e reconheceu-o como servo do mesmo Deus altíssimo
Recebeu dízimos de Abrão dos bens que este havia recobrado dos inimigos
A menção a Melquisedeque no livro dos Salmos é messiânica e demonstra como a memória daquele homem que abençoou Abrão foi preservada e enaltecida por Deus:
“Jurou o Senhor, e não se arrependerá: tu és um sacerdote eterno, segundo a ordem de Melquisedeque” (Sl 110.4).
A ninguém mais, senão a Jesus, este texto pode ser aplicado. Afinal, nem Davi foi sacerdote, e nem os sacerdotes de Israel foram “segundo a ordem de Melquisedeque”.
Se existiram outros legítimos sacerdotes reconhecidos por Deus na mesma ordem de Melquisedeque em seu tempo e antes do estabelecimento do sacerdócio levítico nós não sabemos. Mas sabemos com toda certeza que Jesus é “sumo sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque” (Hb 5.10; 6.20).
A referência a Melquisedeque na carta aos Hebreus – único livro neotestamentário que o cita – é tipológica e tem tanto no texto de Gênesis quanto no de Salmos sua base histórica e teológica. Ou seja, Melquisedeque é tomado como um tipo de Jesus, alguém cujas características o assemelham a Jesus ( ASSEMELHAR E SER TEM MUITA DIFERENÇA) e o representa antecipadamente.
Todavia, como nenhum tipo (o que representa) é ao mesmo tempo o antítipo (o que é representado), então por aí já descartamos a possibilidade de Melquisedeque ser ao mesmo tempo um tipo de Cristo e o próprio Cristo.
Nenhum dos autores do Novo Testamento sequer cita Melquisedeque, a não ser o autor da carta aos Hebreus. E quando este o faz, jamais trata Melquisedeque como uma visão de Cristo pré-encarnado.( AUTOR DESCONHECIDO/ CARTA AOS HEBREUS , NÃO SE SABE QUEM É AUTOR .) ERRO DE TRADUÇÃO DIZ SER O FILHO DE DEUS ENCARNADO..
TRADUÇÃO CORRETA ( MENSAGEIRO , AGENTE DO CÉU)
E há uma razão muito óbvia para isto: Melquisedeque era rei e sacerdote literalmente falando; Jesus, porém, jamais poderia ser rei e sacerdote sem antes passar pela cruz, em cuja morte ele cumpriu toda a justiça de Deus, e demonstrou submissão ao Pai, que “o exaltou soberanamente e lhe deu um nome acima de todo nome” (Fp 2.9,10).
Jesus sempre seria Deus, todavia seus ofícios de rei e sumo Sacerdote/ e o enviado a Abraão era atributos de Sacerdote, lhe são atribuídos em razão de sua perfeita obra vicária (Hb 2.10; Ap 5.9,10). Ademais, conforme Hebreus 7.3, Melquisedeque foi “…feito semelhante ao Filho de Deus”. Ou seja, SEMELHANTE ( AGENTE DO CEU ) , e não o PRÓPRIO Filho de Deus.
Melquisedeque foi Melquisedeque. Jesus é Jesus! E por ocasião da ressurreição dos justos, conheceremos pessoalmente ao nosso irmão Melquisedeque e, distintamente, ao nosso Senhor Jesus.
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CONCLUSÃO PARA ENTENDIMENTO DA
NA HISTÓRIA DETERMINADO PELO ETERNO
. O fato de Abraão dar o dízimo ao sacerdote Melquisedeque nos mostra que isto já era uma prática conhecida, bem antiga, antes mesmo da existência dos Levitas, ministros religiosos que eram mantidos com o dízimo (Números 18:24 e 26).
Em Gênesis 14:20 vemos a primeira menção ao dízimo, na Bíblia. O fato de Abraão dar o dízimo ao sacerdote Melquisedeque nos mostra que isto já era uma prática conhecida, bem antiga, antes mesmo da existência dos Levitas, ministros religiosos que eram mantidos com o dízimo (Números 18:24 e 26).
Entretanto, podemos ver a existência do princípio do dízimo desde o jardim do Éden: “E o SENHOR Deus lhe deu esta ordem: De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás”(Gênesis 2:16-17). Deus havia dado a Adão e Eva todas as árvores frutíferas para alimento, com exceção de uma: a árvore do conhecimento do bem e do mal. O Senhor deu tudo ao casal, mas, requereu para sim uma parte. Ao não tocar nesta parte que pertencia a Ele, nossos primeiros pais estariam reconhecendo que o Eterno é o dono de tudo (Salmos 24:1) e que aquilo que eram e tinham se devia a Sua bondade. Quando comeram da árvore proibida, fizeram o uso indevido daquilo que pertencia unicamente ao Criador. Transgrediram a lei do dízimo. Roubaram a Deus e trouxeram sobre si a maldição (conferir Malaquias 3:8 e 9).
Fazia parte do estilo de vida de Abraão adorar o Criador com os dízimos e obedecer a todos os mandamentos (Gênesis 26:5). A fidelidade do pai da fé (Gálatas 3:7) foi aprendida e seguida por seus descendentes (Gênesis 28:22). Que exemplo para nós! Todo aquele que verdadeiramente é filho espiritual de Abraão seguirá o seu exemplo de dizimar e não deixará de ensinar essa prática sagrada aos seus filhos.
A mesma bênção de Malaquias 3:10 está disponível nos dias de hoje para aqueles que são fiéis: “Trazei todos os dízimos à casa do Tesouro, para que haja mantimento na minha casa; e provai-me nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós bênção sem medida.” “Ora o Senhor encaminhe os vossos corações no amor de Deus, e na paciência de Cristo” (2 Tessalonicenses 3:5

PROJETO MOVER DE DEUS
PROJETO QUE TEM POR OBJETIVOS LEVAR O EVANGELHO DE YESHUA HAMASHIA (JESUS O CRISTO) EM SUA ESSÊNCIA, SEM INFLUÊNCIAS DOUTRINÁRIAS RELIGIOSAS E NÃO-BÍBLICAS.
NO QUE CREMOS:
Cremos que Adonai não mudou, ele é o mesmo ontem, hoje e sempre. Ele é o Criador de Todas e Dele, por ele e para Ele são todas as coisas.
Cremos que Jesus é o Messias, o filho de Deus, que veio ao mundo, morreu e o Pai o ressuscitou, estando hoje assentado a destra do Todo Poderoso.
Cremos que o Espírito do Senhor foi nos dado como conselheiro consolador, um agente transformador para o homem de dentro pra fora, ativando dons e frutos do espírito para reconectar o homem ao seu
NOSSA MISSÃO
Vemos hoje um evangelho inchado, onde pessoas entram e saem de suas congregações da mesma forma, buscando aquilo que elas acham que precisam, quando na verdade, precisam de Deus.
Vemos um evangelho muito doutrinário, quando a Palavra de Deus é simples e a busca ao Eterno está ao alcance te todos.
O Projeto Mover de Deus visa mostrar ao mundo quem realmente é o Eterno, em sua essência, de forma a manifestar o poder de Deus que transforma, cura e restaura o ferido.
