
PASTOR RICARDO SORRENTINO
Embaixador Eclesiástico pela ONU
Presidente Regional da Associação de Pastores e Ministro do Brasil da Assembleia de Deus
Conselheiro da Convenção Judaica Messiânica
Emissário das Boas Novas/ /Palestrante / Conferencista/ .
שגריר כנסייה באו”ם
נשיא אזורי של איגוד הכמרים ושר ברזיל לאסיפת האל
יועץ לאמנה היהודית המשיחית
שליח החדשות הטובות / / מרצה / מ

Rosh Chodesh, literalmente é “cabeça do mês,”e é celebrado como um feriado menor. Preces especiais são acrescentadas ao serviço do dia; desejamos uns aos outros “chodesh tov,” um bom mês. Rosh Chodesh também é conhecido como um “feriado das mulheres”. Muitas mulheres têm o costume de se abster de tarefas domésticas nos dias de Rosh Chodesh.
O mês bíblico começa quando a lua nova aparece pela primeira vez, uma pequena “fatia” no céu noturno. De fato, a palavra “chodesh” vem da raiz chadash que significa novo. O ciclo da lua de crescer e minguar é um poderoso símbolo de renovação, lembrando-nos que cada diminuição cria a possibilidade de renascimento. Rosh Chodesh nos oferece a oportunidade de começar de novo, não apenas uma vez por ano, mas uma vez por mês…

De um novilúnio ao seguinte passam-se pouco mais de vinte e nove dias e meio. Esta é a duração do mês. Mas, uma vez que não podemos ter metade do dia pertencendo a um mês e a outra metade ao seguinte, o calendário foi construído de maneira a termos, às vezes, vinte e nove dias, e outras vezes, trinta dias no mês bíblico, nunca mais, nem menos.
É por isso que às vezes temos um dia de Rosh Chôdesh (início do mês) e às vezes dois. Quando temos um dia de Rosh Chôdesh, significa que o mês que se finda tem 29 dias; se temos dois dias de Rosh Chôdesh, o primeiro pertence ao mês anterior (ou seja, é o 30º dia do mês que finda), enquanto o segundo dia de Rosh Chôdesh é o primeiro dia do novo mês. Assim, quando anunciamos o novilúnio de Adar I (este ano), dizemos: “Rosh Chôdesh de Adar Rishon será no domingo e na segunda-feira; que nos venha para o bem”.
Esta proclamação informa-nos imediatamente que o mês de Shevat, que se finda, teve trinta dias, enquanto o primeiro dia de Adar I cairá na segunda-feira seguinte.
Num ano “comum” temos seis meses “cheios” (ou “completos”) de 30 dias cada, e seis meses “curtos” de 29 dias, seguindo-se um ao outro (30, 29, 30, 29, etc). Isso nos dá um total de 354 dias no ano bíblico . (Em certos anos “perdemos” um dia, e em outros “ganhamos” um, fazendo com que o número total de dias num ano seja de 353, 354, ou 355, conforme o caso. Há boas razões para isso como, por exemplo, evitar que Yom Kipur caia numa sexta-feira, ou num domingo, para não se seguirem dois dias de Shabat.
Naturalmente, é importante que conheçamos o calendário bíblico, pois precisamos saber quando observar as nossas festas religiosas. Rosh Hashaná é o primeiro e segundo dia de Tishrei, Yom Kipur é o décimo, e Sucot começa no décimo quinto dia de Tishrei ; Pêssach começa no décimo quinto de Nissan, e Shavuot é no qüinquagésimo dia seguinte, (i.e., 6 e 7 de Sivan). E então, há Chanucá e Purim, e ainda os dias de jejum. O próprio Rosh Chôdesh é como se fosse um pequeno feriado, ocasião em que fazemos orações especiais.
A Torá nos fala do mês e do dia da celebração de uma festa, como também da estação do ano em que deve ser comemorada. Por exemplo, a Torá nos diz que Pêssach deve ser na primavera (considerando-se as estações do hemisfério norte) – a estação em que nossos antepassados saíram do Egito – e Sucot deve ser no outono. Portanto, não devemos ignorar o sistema solar que determina as quatro estações do ano (“Tecufot”).
O Ano Solar tem pouco menos de 365 dias e meio, enquanto o Ano Lunar tem cerca de onze dias a menos! Portanto, se ignorassemos inteiramente o Ano Solar, nossas festas não seriam na mesma época a cada ano com relação à estação do ano, e iriam atrasar onze dias. Em cerca de três anos, sairiam fora de sua respectiva estação por aproximadamente um mês; em nove anos, por cerca de três meses. Pêssach não seria mais na primavera, e sim no inverno!
Por essa razão, não devemos permitir que o Ano Lunar se distancie do Ano Solar; e sempre devemos aproximá-los. É por isso que o calendário judaico tem um mês a mais a cada três anos, enquanto os onze dias de diferença formam cerca de um mês.
Adicionamos este mês após Shevat, empurrando Nissan para frente, para o seu lugar apropriado na primavera. Uma vez que o mês de Nissan está de volta, todas as outras festas cairão na época certa e nas estações adequadas.
O calendário bíblico é de fato maravilhoso. Nossos sábios, que construíram um calendário para todos os tempos, eram realmente sábios nas ciências da Astronomia e da Matemática.

FONTE: PROJETO MOVER DE DEUS
MESTRE PASTOR RICARDO SORRENTINO
ATUALIZADO NO DIA 25/08
(Deuteronômio 11:26-16:17 )
Este Shabat é o primeiro dia de Rosh Chodesh Elul, um mês particularmente auspicioso que possui uma dimensão única. Durante este mês, D’us está especialmente perto de nós e nos é concedida uma capacidade extraordinária de teshuva – “retorno”.
Como toda porção da Torá tem particular relevância para a época do ano em que é lida, vamos examinar a conexão entre o mês de Elul e a porção da Torá que lemos neste Shabat, Reê.
Nossa porção começa com as palavras: “Veja! Neste dia eu dou a você uma bênção e uma maldição”. Cada palavra neste versículo contém uma alusão à natureza especial do crescimento pessoal do mês de Elul, e a assistência Divina que nos é dada para cumprí-lo.
“Veja!”: A primeira coisa que um judeu deve fazer é abrir os olhos. Nosso sentido de visão proporciona uma verificação muito mais definitiva dos fatos do que nosso senso de audição; quando uma pessoa vê algo com seus próprios olhos, não pode ser dissuadida. O serviço Divino de um judeu deve ser realizado com o mesmo nível de confiança e convicção absoluta.
Mas como nós, meros seres humanos, podemos alcançar este nível? D’us fornece a resposta na próxima palavra do versículo:
“Eu” (“Anochi”) A palavra “Anochi” refere-se a um aspecto da Divindade que é mais alto que os Nomes. A razão pela qual somos capazes de alcançar essas elevadas alturas espirituais é porque o poder de fazer isso é derivado dessa das mais altas fontes.
A Torá continua:
“Dá” D’us nos dá essa assistência Divina de boa vontade e em grande abundância.
“Para você” (“Lifneichem”) Esta palavra está relacionada com a palavra hebraica “penimiut”, que significa “dentro”. O impulso especial que recebemos de D’us durante Elul não é superficial mas sim nos permite uma conexão mais profunda com Ele.
“Neste dia” Para que ninguém pense que esta assistência Divina é concedida apenas uma vez, a Torá nos diz que a ajuda de D’us está em andamento, capacitando-nos a servir a D’us com força renovada todos os dias do mês.
E como devemos utilizar adequadamente essa dimensão adicional em nosso serviço?
“Uma bênção e uma maldição” Isso se refere à observância dos mandamentos positivos da Torá e a evitar suas proibições.
Direcionar nossa capacidade adicional deste mês para a teshuva resultará em um bom e doce ano novo e uma inscrição favorável no Livro da Vida.

Ofertas de Paz
As Ofertas de Paz, também chamadas de Ofertas de Comunhão foram especificadas em Levítico 3 e eram ofertas voluntárias oferecidas ao Eterno. Seu rito lembra o rito do holocausto, mas o ponto central não era a queima de todo o animal, apenas da gordura.
De acordo com o texto, toda a gordura era retirada e completamente queimada sobre o altar. O restante da carne era assado e comido pelo ofertante na presença do Eterno, juntamente com o kohen que oferecera a oferta naquele dia. Toda a oferta deveria ser consumida naquele dia, não podendo sobrar nada para o dia seguinte. Por essa razão, a oferta era chamada de Oferta de Comunhão.
Hoje em dia, as Ofertas de Paz podem ser dadas, para o Eterno e sua autoridade, necessariamente em dinheiro, mas, por se tratar de uma oferta de comunhão, é interessante que seja dada através de algo que proveja comunhão do ofertante com a sua liderança / O importante é que seja sincero e que não haja gordura, ou seja, nenhuma insensibilidade, segunda intenção ou algo que descaracterize o corpo.

PROJETO MOVER DE DEUS
PROJETO QUE TEM POR OBJETIVOS LEVAR O EVANGELHO DE YESHUA HAMASHIA (JESUS O CRISTO) EM SUA ESSÊNCIA, SEM INFLUÊNCIAS DOUTRINÁRIAS RELIGIOSAS E NÃO-BÍBLICAS.
NO QUE CREMOS:
Cremos que Adonai não mudou, ele é o mesmo ontem, hoje e sempre. Ele é o Criador de Todas e Dele, por ele e para Ele são todas as coisas.
Cremos que Jesus é o Messias, o filho de Deus, que veio ao mundo, morreu e o Pai o ressuscitou, estando hoje assentado a destra do Todo Poderoso.
Cremos que o Espírito do Senhor foi nos dado como conselheiro consolador, um agente transformador para o homem de dentro pra fora, ativando dons e frutos do espírito para reconectar o homem ao seu
NOSSA MISSÃO
Vemos hoje um evangelho inchado, onde pessoas entram e saem de suas congregações da mesma forma, buscando aquilo que elas acham que precisam, quando na verdade, precisam de Deus.
Vemos um evangelho muito doutrinário, quando a Palavra de Deus é simples e a busca ao Eterno está ao alcance te todos.
O Projeto Mover de Deus visa mostrar ao mundo quem realmente é o Eterno, em sua essência, de forma a manifestar o poder de Deus que transforma, cura e restaura o ferido.

Radio Mover de Deus
Disponível para Android!
Pode ser baixado pelo link
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