
PASTOR RICARDO SORRENTINO
Embaixador Eclesiástico pela ONU
Presidente Regional da Associação de Pastores e Ministro do Brasil da Assembleia de Deus
Conselheiro da Convenção Judaica Messiânica
Emissário das Boas Novas/ /Palestrante / Conferencista/ .
שגריר כנסייה באו”ם
נשיא אזורי של איגוד הכמרים ושר ברזיל לאסיפת האל
יועץ לאמנה היהודית המשיחית no
Reflexão complementar sobre o SHABAT

Criação
“No início D’us criou os céus e a terra…” (Bereshit 1:1) Durante seis dias D’us criou. “E D’us viu tudo que Ele tinha feito e, era muito bom…”
“…Era noite e era manhã, o sexto dia. E os céus e a terra e tudo que havia. E D’us completou no sexto dia Sua obra que Ele tinha feito; e Ele descansou no sétimo dia de toda a Sua obra que Ele tinha feito.” “E D’us abençoou o sétimo dia, e o santificou, porque nele Ele descansou de toda sua obra que D’us tinha criado…” (Bereshit 1:31-2:3)
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lamparina do Shabat de Sara
Hebron, 18º século AE
Há 38 séculos, Avraham e Sara embarcaram numa jornada para levar a idéia e a moral do monoteísmo a um mundo predominantemente pagão. Sua jornada os levou de sua Ur Kasdim nativa até Charan (Mesopotâmia) e dali até Canaã, onde se estabeleceram primeiro em Beer Sheva e depois em Hebron. Armaram suas tendas no deserto e ofereceram comida, bebida e abrigo a todos os viajantes de toda tribo e credo. Onde quer que eles fossem, ensinavam a verdade sobre o Único D’us, Criador do céu e da terra. (Bereshit cap. 12; Talmud Sotah 10a; Midrashim).
Na tenda de Sara, um milagre especial proclamava que a Divina Presença ali habitava: a lamparina que ela acendia toda sexta-feira à noite em honra ao dia Divino de descanso milagrosamente ardia durante a semana toda, até a sexta-feira seguinte. Quando Sara faleceu, (1677 AEC), o milagre da sua lamparina de Shabat cessou. Porém no dia da morte de Sara, Rivca nasceu. E quando Rivca foi levada à tenda de Sara como a esposa do filho de Sara, Yitschac, o milagre da lamparina voltou. Uma vez mais a luz do Shabat enchia a tenda da Matriarca de Israel, irradiando sua santidade durante a semana inteira. (Midrash Rabbah, Bereshit 60)
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Um Dia de Descanso
Egito, 1373 AEC
Os descendentes de Sara e Rivca estão agora no Egito, como escravos de um rei cruel. Moshê, destinado a ser o seu líder, é resgatado do rio pela filha do Faraó, sendo criado no palácio real. “Então ocorreu que naqueles dias Moshê cresceu e foi até seus irmãos, e viu seu sofrimento”. (Shemot 2:11)
O Midrash relata: “Moshê viu que eles não tinham descanso, então foi ao Faraó e disse: ‘Se alguém tem um escravo e não lhe dá um dia de descanso na semana, o escravo morrerá. Estes são teus escravos – se não lhes deres um dia por semana, eles morrerão.’ Disse o Faraó: ‘Vai e faz com eles como dizes.’ Então Moshê ordenou para eles o dia do Shabat para descanso.” (Midrash Rabbah, Shemot 1:32
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Mitsvá em Marah
Marah, 24 de Nissan/1313 AEC
D’us aparece a Moshê numa sarça ardente e o incumbe de levar os Filhos de Israel para fora do Egito. Após dez pragas e muita insistência, o Faraó finalmente os deixa ir. Eles atravessam o Mar Vermelho (milagrosamente aberto) e chegam a Marah. “Ali D’us lhes deu estatutos e leis” – incluindo o mandamento de observar o Shabat “.(Shemot 15:25; Talmud Sanhedrin 56b).

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Maná duplo
Deserto de Zin, 15 de Iyar/1313 AEC
Um mês depois do Êxodo, a matsá que os Filhos de Israel levaram ao sair do Egito tinha terminado. Durante os próximos 40 anos, os israelitas foram sustentados pelo maná. “Pela manhã havia uma camada de orvalho no campo. A camada de orvalho subiu e veja, sobre a superfície do deserto, havia uma substância fina, tão fina como geada no solo. Quando os Filhos de Israel viram aquilo, disseram: ‘É maná’, porque não sabiam o que era. E Moshê disse a eles: “Este é o pão que D’us lhes deu para comer.” (Shemot 16:13-15)
O maná vinha todos os dias e fornecia exatamente as necessidades diárias. “Quem recolher muito não terá mais, e quem recolher pouco não terá menos; cada qual segundo sua capacidade de comer, eles recolhiam.” De fato, era proibido deixar maná de um dia para o outro. (Shemot 16:18-19)
Todo dia, exceto sexta-feira. “Ocorreu que no sexto dia eles recolheram uma porção dupla de pão, dois ômers para cada um. Os líderes da comunidade foram relatar a Moshê. E [Moshê] disse a eles: ‘Isto é o que D’us falou: Amanhã é um dia de descanso, um Shabat sagrado para D’us. Assem o que quiserem assar, cozinhem o que quiserem cozinhar, e todo o restante deixem sobrar até a manhã.’ Então eles deixaram as sobras até a manhã… E Moshê disse: ‘Comam hoje, pois hoje é Shabat para D’us; hoje vocês não o encontrarão no campo.'” (Shemot 16:22-26)
“vejam D’us lhes deu o Shabat. Portanto, no sexto dia, Ele dá o pão para dois dias. Que cada homem permaneça em seu lugar; que nenhum homem deixe seu lugar no sétimo dia. Então o povo descansou no sétimo dia.” (Shemot 16:29-30)
Atualmente, colocamos duas chalot sobre a mesa do Shabat e as cobrimos com um pano, para representar a porção dupla de maná, coberta pelo orvalho, que caiu do céu em honra ao Shabat.
(MOTIVO DA CONSTÂNCIA DAS OFERTAS DO SHABAT.
SÓ SE RECONQUISTA A CONFIANÇA E O DUREITO A ESSA BENÇÃO. APÓS HAVER CONSTÂNCIA NA FIDELIDADE DE NÃO SE APRESENTAR AO SENHOR COM A MÃO VAZIA NO SHABAT.
LEMBRANDO
QUE TODA A OFERTA PASSA POR UM UMA AVALIAÇÃO DO ETERNO. )
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Lembra” e “Guarda”
Monte Sinai, 6 de Sivan/1313 AEC
“Moshê levou o povo do acampamento na direção de D’us, e eles ficaram ao pé da montanha. E todo o Monte Sinai fumegou, porque D’us tinha ascendido sobre ele em fogo… e toda a montanha balançou violentamente. O som do shofar ficava cada vez mais forte… e D’us falou todas estas palavras, dizendo…”
Dez Mandamentos foram pronunciados naquele dia no Sinai, dez mitsvot que formam o âmago da Torá. O quarto mandamento era sobre o Shabat: “Lembrem do dia do Shabat para santificá-lo. Seis dias trabalhem e realizem toda a sua obra; mas no sétimo dia é um Shabat para o Eterno seu D’us; não trabalharão – nem você, nem seu filho, nem sua filha, seu servo, sua criada, seu animal, nem o viajante que estiver em suas cidades. Pois [em] seis dias D’us fez o céu e a terra, o mar e tudo que há neles, e Ele descansou no sétimo dia. Portanto, D’us abençoou o Shabat e o santificou.” (Shemot 19:17-20:1; 20:8-11)
Quando Moshê revisou os Dez Mandamentos (em Devarim 5), o quarto mandamento começa: “Guarda o dia do Shabat…” O Talmud explica: “Zachor (lembra) e Shamor (guarda) foram ditos por D’us num único pronunciamento – algo que a boca humana não pode articular e o ouvido humano não consegue ouvir…”
Nós nos lembramos do Shabat ao proclamar sua santidade sobre um copo de vinho no Kidush e na Havdalá; guardamos o Shabat abstendo-nos de trabalhar. Porém os aspectos “positivos” e “negativos” do Shabat são únicos – duas faces de sua essência singular – como é demonstrado pelo pronunciamento Divino duas-em-uma.
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O Tabernáculo: trabalho definido
Deserto do Sinai, 11 de Tishrei/1313 AEC
“Não farão trabalho” foi a ordem Divina. Mas o que constitui “trabalho”?
Quatro meses depois da revelação no Sinai veio o pedido de D’us. “Eles farão para Mim um Santuário, e Eu habitarei no meio deles”, acompanhado de instruções detalhadas sobre como este Santuário deveria ser construído. E na mesma ocasião, o mandamento para guardar o Shabat foi reiterado – “Seis dias o trabalho será feito, mas no sétimo dia vocês terão santidade, um dia de completo descanso para D’us” (Shemot 35:2). Isso nos ensina – explicam nossos Sábios – duas coisas: 1) Que o trabalho que estamos habilitados a fazer seis dias por semana é, na essência, o trabalho de fazer um lar para D’us com os materiais da nossa vida física; 2) Que este trabalho é o trabalho que devemos cessar no Shabat.
Ao estudar as instruções detalhadas de D’us a Moshê para a construção do Santuário, a Mishná (Talmud, Shabat 73a) identifica trinta e nove melachot – categorias de trabalho criativo – que estiveram envolvidas na construção do Santuário. Estas incluem: todos os estágios de trabalho agrícola, arar, semear, colher, joeirar e assar; tecer e costurar, escrever, construir e acender fogo. As 39 melachot e seus derivados formam a base e a essência das leis do descanso no Shabat.
É instituída a Leitura da Torá no Shabat
Deserto do Sinai, 11 de Tishrei/1313 AEC
Para transmitir as instruções de D’us sobre a construção do Santuário e a observância do Shabat, “Moshê reuniu toda a comunidade dos Filhos de Israel.”
Ao fazê-lo, “Moshê instituiu para todas as gerações que os judeus deveriam se reunir nas sinagogas para ler a Torá no Shabat” – como judeus em todo o mundo fazem exatamente neste dia. (Shemot 35:1; Yalkut Shimoni, em verso).
O ciclo anual de leitura da Torá no Shabat é mais que uma lição semanal; trata-se de como nós “vivemos com os tempos” – encontrando na porção desta semana da Torá (Parashá) orientação e inspiração para todo evento e ação de nossa vida diária. (Rabi Shneur Zalman de Liadi)
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Sacrifício e Martírio
Mundialmente, 151 AEC até hoje
O Shabat é o eterno parceiro do povo de Israel, e nossa fonte de força e resistência. Isso foi reconhecido tanto por amigos quanto por inimigos. No decorrer das gerações, nossos inimigos tentaram repetidamente nos tirar o Shabat.
Quando os greco-sírios governavam a Terra Santa, proibiram a observância do Shabat. Muitos judeus fugiram das cidades para viver em cavernas nas colinas da Judéia, para que pudessem guardar o dia de descanso. Muitos foram descobertos e mortos. Finalmente os judeus se revoltaram e lutaram pelo direito de manter sua religião. Sua vitória milagrosa é celebrada até hoje com a Festa de Chanucá. (Livro dos Hasmoneanos; Talmud)
O judeu continuou a se sacrificar pelo Shabat durante toda a longa noite do exílio. Em Roma, os escravos judeus eram espancados por se recusarem a trabalhar no Shabat. No tempo da Inquisição na Espanha, os marranos se reuniam em porões para acender as velas do Shabat e fazer Kidush. Sob o governo soviético, os judeus sofreram fome, prisões, exílio na Sibéria por serem “parasitas religiosos” – i.e., alguém que não trabalhava no Shabat. Até em Auschwitz, os judeus fizeram esforços sobre-humanos para santificar o dia sagrado. E também foi dito que “mais do que os judeus têm guardado o Shabat, o Shabat tem guardado os judeus”.
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Preparando-se para o Shabat
Israel e Babilônia, 100 AEC– 300 EC
Tanto por instrução quanto pelo exemplo pessoal, os Sábios do Talmud ensinaram a honrar e respeitar o Shabat. “Dizia-se sobre o Sábio Shamai que todos os dias ele comia em honra ao Shabat. Como? Quando ele encontrava um item de primeira, dizia: ‘Este é para o Shabat.’ Depois, se encontrasse algo melhor, ele o deixava de lado para o Shabat e comia o primeiro…” (Talmud, Beitza 16b) “Disse R. Yehuda em nome do Rav: este era o costume de R. Yehuda bar Illai: Na sexta-feira, eles levavam perante ele uma vasilha com água quente, e ele lavava o rosto e os pés; depois se embrulhava em lençóis franjados e ficava com a aparência de um anjo de D’us.” (Talmud, Shabat 25b)
Rava preparava pessoalmente o peixe para o Shabat. Rav Chisda cortava os legumes, Raba e Rav Yossef cortavam lenha. Rav Nachman bar Yitschac era visto na sexta-feira carregando feixes sobre os ombros. Muitos desses eram homens ricos que tinham numerosos servos para fazerem este trabalho; porém eles insistiam em trabalhar pessoalmente em honra ao Shabat (Talmud, Shabat 119a;
Nas décadas que encerraram o Século Dezenove e iniciaram o Século Vinte, centenas de milhares de judeus fugiram dos pogroms, perseguições e esmagadora pobreza na Europa Oriental em busca de uma vida melhor nos Estados Unidos. Porém o “Novo Mundo” ofereceu suas oportunidades a um alto preço espiritual. O Shabat ainda era um dia normal de trabalho nos Estados Unidos; “leis azuis” proibiam a abertura dos negócios no domingo; e o “caldeirão” de credos pregava o abandono das religiões e culturas “não-americanas”. A primeira vítima foi o Shabat. Muitos judeus sentiam que não podiam ganhar a vida nos Estados Unidos sem trabalhar no Shabat; outros o viam como um obstáculo ao sonho da assimilação e da aceitação pela sociedade americana. O apego tenaz que há milhares de anos os judeus tinham ao Shabat estava diminuindo.
De 1920 a 1930 a maré começou a mudar. Líderes sindicais judeus fizeram uma campanha pela semana de trabalho de cinco dias. Foram feitas passeatas em apoio à observância do Shabat. Grupos de consumidores se formaram para apoiar lojas que guardavam o Shabat; logo tabuletas de Shomer Shabat (Observante do Shabat) começaram a ser exibidas nas vitrines das lojas, Clubes de Shabat eram organizados para as crianças. Aos poucos, o impulso cresceu, sedimentando o esforço para um retorno em grande escala ao Judaísmo e observância do Shabat nas décadas que viriam
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O Shabat é legalizado
Israel, 1948
Embora fundado como um Estado “secular”, o moderno Estado de Israel aprovou uma lei, logo depois de seu estabelecimento, declarando o Shabat como dia oficial de descanso. Na maioria das localidades, as empresas e lojas fecham e o transporte público não funciona no Shabat; repartições e empresas do governo são oficialmente observantes do Shabat.

Versículos bíblicos
Todo aquele que nele fizer trabalho morrerá.
Levítico 16:31
Isto será um shabat de descanso para vós, e afligireis a vossa alma, por um estatuto eterno.
Levítico 23:3
Seis dias trabalhareis, mas o sétimo dia será o shabat do descanso, uma santa convocação; nenhum trabalho fareis nele; isto é o shabat do SENHOR em todas as vossas habitações..
Levítico 23:11
e ele moverá o molho perante o SENHOR, para que sejais aceitos; no dia seguinte após o shabat o sacerdote o moverá.
Levítico 23:15
E para vós contareis desde o dia seguinte do shabat, desde o dia em que trouxerdes o molho da oferta movida; sete shabats serão completos
Levítico 23:24
Fala aos filhos de Israel, dizendo: no sétimo mês, no primeiro dia do mês, tereis um shabat, um memorial de soprar de trombetas, uma santa convocação.
Levítico 24:8
Em cada dia do shabat, ele colocará em ordem perante o SENHOR continuamente, sendo tirado dos filhos de Israel, por um pacto eterno
Levítico 25:2
Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando entrardes na terra que eu vos dou, então a terra guardará um shabat ao SENHOR
Levítico 25:6
E o shabat da terra será alimento para vós, para ti, para o teu servo, para tua serva, para o teu servo contratado, e para o estrangeiro que peregrin
Números 28:10
Esta é a oferta queimada de cada shabat, além da oferta queimada contínua, e a sua oferta de bebida.
Deuteronômio 5:12
Guardarás o dia do shabat para santificá-lo, como o SENHOR teu Deus te ordenou.

PROJETO MOVER DE DEUS
PROJETO QUE TEM POR OBJETIVOS LEVAR O EVANGELHO DE YESHUA HAMASHIA (JESUS O CRISTO) EM SUA ESSÊNCIA, SEM INFLUÊNCIAS DOUTRINÁRIAS RELIGIOSAS E NÃO-BÍBLICAS.
NO QUE CREMOS:
Cremos que Adonai não mudou, ele é o mesmo ontem, hoje e sempre. Ele é o Criador de Todas e Dele, por ele e para Ele são todas as coisas.
Cremos que Jesus é o Messias, o filho de Deus, que veio ao mundo, morreu e o Pai o ressuscitou, estando hoje assentado a destra do Todo Poderoso.
Cremos que o Espírito do Senhor foi nos dado como conselheiro consolador, um agente transformador para o homem de dentro pra fora, ativando dons e frutos do espírito para reconectar o homem ao seu
NOSSA MISSÃO
Vemos hoje um evangelho inchado, onde pessoas entram e saem de suas congregações da mesma forma, buscando aquilo que elas acham que precisam, quando na verdade, precisam de Deus.
Vemos um evangelho muito doutrinário, quando a Palavra de Deus é simples e a busca ao Eterno está ao alcance te todos.
O Projeto Mover de Deus visa mostrar ao mundo quem realmente é o Eterno, em sua essência, de forma a manifestar o poder de Deus que transforma, cura e restaura o ferido.

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